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	<title>Arquivo Digital &#124; Emerson Tiago &#187; Mundo Corporativo</title>
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	<description>Informação, Colaboração e Melhores Práticas.</description>
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		<title>Mudan&#231;as dependem, apenas, das pessoas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 09:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emersontiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para consultor, existem indicadores capazes de medir e auxiliar a gestão das transformações corporativas
Mudar nunca é fácil. As razões, segundo alguns, têm origem na biologia cerebral que acompanha os processos de mudança. Porém, no mundo corporativo, as transformações devem acontecer de tempos em tempos. E dependem totalmente das pessoas. “As pessoas não resistem às mudanças. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#ffffff"><strong>Para consultor, existem indicadores capazes de medir e auxiliar a gestão das transformações corporativas</strong></font></p>
<p>Mudar nunca é fácil. As razões, segundo alguns, têm origem na biologia cerebral que acompanha os processos de mudança. Porém, no mundo corporativo, as transformações devem acontecer de tempos em tempos. E dependem totalmente das pessoas. “As pessoas não resistem às mudanças. Resistem a serem mudadas”, afirma Nelson Bittecourt, especialista em desenvolvimento de Talentos Humanos e diretor da Mercado, empresa focada na área de Relações Humanas e Desenvolvimento, um dos palestrantes do <a target="_blank" href="http://www.ibramerc.org.br/uplan/?codref=cw08">Fórum Nacional de Planejamento Estratégico</a>.</p>
<p>Na visão de Bittecourt, <font color="#ffffff">a gestão das mudanças nas corporações tem de focar a resiliência das pessoas, ou seja, sua capacidade de se adaptar às diversidades</font> e, até mesmo, enxergar além do problema e tirar proveito do momento complicado. “É preciso lembrar, entretanto, que a capacidade da empresa de absorver as mudanças é balizada pelo indivíduo menos resiliente”, alerta.<br />
Trabalhar essa “<font color="#ffffff">flexibilidade comportamental”</font> dos profissionais está nas mãos dos gestores, que devem colocar emoção no processo e promover o sentimento de “orgulho de pertencer”. Segundo o especialista, só assim as companhias conseguem vencer o potencial presenteísmo*, característico dos momentos de mudança. “Colaborador não engajado não tem ânimo”, garante.<br />
O consultor esclarece, entretanto, que a gestão de mudanças não é uma disciplina totalmente subjetiva e ensina que existem indicadores capazes de medir o sucesso da empreitada. Segundo ele, o <font color="#ffffff">PCAI</font> (pré-contemplação, contemplação, ação e implementação) indica o estágio em que a mudança se encontra em cada pessoa, ou seja, se ela ainda não se deu conta de algo está mudando ou se já está agindo de uma nova forma naturalmente. Já o <font color="#ffffff">IGP</font> (Interesse Genuíno nas Pessoas) é o ingrediente fundamental aos gestores da mudança – e uma característica dos profissionais que podem ajudar na disseminação da transformação, lutando contra o poder dos “fatalistas”.</p>
<p>texto de Thais Aline Cerioni</p>
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		<title>O que &#233; Produtividade ?</title>
		<link>http://www.emersontiago.com/blog/2008/05/05/produtividade/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 03:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emersontiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[É quando o funcionário reage a uma preocupação genuína da empresa com ele.
Olá pessoal, segue um pequeno artigo escrito por Max Gehringer falando sobre produtividade, achei interessante o texto e gostaria de compartilhar com vocês.
Por Max Gehringer
Uma das lembranças mais vívidas que tenho de meu primeiro emprego era o grande escritório. Todo aberto, com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>É quando o funcionário reage a uma preocupação genuína da empresa com ele.</h4>
<p>Olá pessoal, segue um pequeno artigo escrito por Max Gehringer falando sobre produtividade, achei interessante o texto e gostaria de compartilhar com vocês.</p>
<p>Por Max Gehringer</p>
<p>Uma das lembranças mais vívidas que tenho de meu primeiro emprego era o grande escritório. Todo aberto, com um pé-direito enorme e paredes nuas. O ambiente era tão espartano que a única coisa que podia ser vagamente chamada de &#8220;decoração&#8221; eram os dois pomposos retratos dos fundadores, pendurados na parede do fundo. E era ali, sob os retratos, que ficavam as mesas dos diretores, estrategicamente posicionadas para que eles tivessem<br />
uma visão total do local.</p>
<p><span id="more-53"></span></p>
<p>De frente para a diretoria ficavam todas as outras, e a hierarquia funcionava por fileiras de mesas. Na primeira fila estavam situados os chefes, para que eles<br />
pudessem ir rapidamente até a mesa dos diretores quando fossem chamados. Na última fila, ficavam os supervisores. E no meio, observados todo o tempo tanto pela frente quanto pela<br />
retaguarda, ficávamos nós, o resto dos funcionários. Cada funcionário tinha a sua mesa, e só. Mesmo os cestos de lixo ficavam junto às mesas dos supervisores, para que eles pudessem<br />
conferir tudo o que estava sendo descartado.</p>
<p>Um dia, apareceu na empresa um pessoal estranho, bem vestido e bem falante. Eles se definiam como<font color="#ffffff"> &#8220;atualizados com as tendências da administração moderna&#8221;</font>, algo que nós ali nem desconfiávamos que pudesse existir. Esse povo tinha sido contratado com o objetivo de mudar a mentalidade já meio ultrapassada da empresa, e começou alterando o layout: construíram salas para os gerentes, salinhas para os supervisores e minissalões para cada<br />
departamento. Como tudo isso requeria espaço, o escritório teve de ser ampliado. E aí, aproveitando o embalo, foram inseridos vários itens, digamos, mais atualizados com as tendências da administração moderna, como vasos com flores, reproduções de pinturas clássicas e persianas coloridas nas janelas.</p>
<p>O efeito foi incrível. A produtividade geral dobrou da noite para o dia. E, para nós, tudo pareceu óbvio: <font color="#ffffff">quando se dá ao ser humano mais espaço e mais tranqüilidade, ele funciona melhor</font>. O escritório havia deixado de ter aquele aspecto de estádio de futebol para se transformar num ambiente que privilegiava a individualidade. E o agradecimento se resumiu em uma palavra que qualquer empresa entende e aprecia: produtividade.</p>
<p>Há um mês, eu me encontrei com um funcionário de uma grande instituição financeira e ele me contou, todo entusiasmado, a grande mudança pela qual o escritório acabara de passar.<br />
Dezenas de salas e salinhas tinham sido colocadas abaixo e o local havia sido transformado em um imenso salão, onde todo mundo podia ver todo mundo. E o resultado tinha sido positivo, em todos os sentidos: de repente, passou a haver mais espaço, mais luminosidade, mais contato humano e, principalmente, muito mais produtividade!</p>
<p>&#8220;Isso é o século 21!&#8221;, ele me disse. E eu, tentando não melindrá-lo, expliquei que aquilo, a bem da verdade, era o século 19. Grandes escritórios abertos, sem paredes, divisórias ou baias, foram o início de toda a história, lá pela época da Revolução Industrial. O fato de a produtividade melhorar quando a empresa constrói ou derruba salas, tanto faz, é resultado não da engenharia, mas da mensagem que a empresa está passando: estamos mudando para<br />
oferecer melhores condições de trabalho. E, <font color="#ffffff">quando o funcionário sente que existe uma preocupação genuína com ele, fica mais produtivo</font>. Até no escuro.</p>
<p>Fonte: <font color="#ffffff">Artigo escrito por Max Gehringer e publidado na <a target="_blank" href="http://vocesa.abril.com.br/">VOCÊ S/A</a></font></p>
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		<title>Comportamento &#233; um diferencial para a conquista de uma vaga</title>
		<link>http://www.emersontiago.com/blog/2008/04/25/comportamento/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 02:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emersontiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Comportamentos são tão ou mais valorizados que os conhecimentos técnicos. Habilidades como liderença, trabalho em equipe e boa comunicação são cada vez mais valorizados por empresas, diz pesquisa.

Empresas buscam perfis de liderança, trabalho em equipe, comunicação e bom relacionamento. Competência e conhecimento técnico ainda são fundamentais, é claro. Mas, cada vez mais, as empresas valorizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<p><em><font size="2">Comportamentos são tão ou mais valorizados que os conhecimentos técnicos. <font color="#ffffff">Habilidades como liderença</font>, <font color="#ffffff">trabalho em equipe</font> e <font color="#ffffff">boa comunicação</font> são cada vez mais valorizados por empresas, diz pesquisa.<br />
</font></em><br />
Empresas buscam perfis de liderança, trabalho em equipe, comunicação e bom relacionamento. Competência e conhecimento técnico ainda são fundamentais, é claro. Mas, cada vez mais, as empresas valorizam os profissionais dotados de <font color="#ffffff">habilidades comportamentais</font> como liderança, capacidade de trabalhar em equipe, comunicação e relacionamento interpessoal, iniciativa e proatividade e, ainda, foco em resultados.</p>
<p><span id="more-52"></span></p>
<p>Tais características estão entre as mais citadas na pesquisa realizada pela DM Recursos Humanos, junto a 76 executivos, de 33 companhias de grande porte, 90% delas com sede em São Paulo. As áreas consultadas incluem energia, alimentos e bebidas, química e petroquímica, siderurgia, mineração, farmacêutica, telecomunicações, agronegó-cio, saúde, engenharia, papel e celulose, automotiva, tecnologia e financeira.</p>
<p>O levantamento teve como objetivo saber o que as empresas esperam dos executivos, dos analistas e dos seus profissionais com alto grau de especialização. A gerente da divisão executivos da DM Recursos Humanos, Sonia González, diz que a idéia da pesquisa surgiu a partir da constatação de que, nos últimos anos, as companhias têm procurado executivos com <font color="#ffffff">capacidades que extrapolam a capacitação técnica</font>.</p>
<p>&#8220;Os comportamentos hoje são tão ou mais valorizados que os conhecimentos técnicos, principalmente no que se refere aos relacionamentos interpessoais &#8211; como saber trabalhar com outras pessoas, se expressar e tirar o melhor dos outros.&#8221; Mas isso, segundo ela, não significa dizer que o domínio técnico tenha sido abandonado. Neste sentido, um dos fenômenos mais relevantes detectados é que praticamente todas as áreas exigem conhecimentos financeiros, inclusive aquelas que aparentemente não têm relação direta com a área financeira das organizações.</p>
<p>&#8220;Em marketing, por exemplo, é preciso lidar bem com custos, dominando analises financeiras&#8221;, comenta Sonia. Para a executiva, os resultados provam que os serviços estão mais valorizados. <font color="#ffffff">&#8220;As empresas perceberam que vão se diferenciar pelas pessoas. O produto em si é uma exigência tão básica, que não é mais diferencial.&#8221; </font></p>
<p>Além disso, a presença de profissionais com aptidões como visão sistêmica, proatividade, <font color="#ffffff">foco em resultados e visão do negócio em vários níveis hierárquicos melhora as tomadas de decisão</font>. &#8220;As empresas perceberam que as decisões tomadas por várias pessoas são mais acertadas que as tomadas por apenas uma pessoa, como era antes&#8221;, explica Sonia.</p>
<p>Conforme o estudo, muitas habilidades valorizadas pela empresa não são detectadas nos processos seletivos. Entre elas, as principais são conhecimento técnico, proatividade, relacionamento, liderança e domínio de idiomas. Com isso, os profissionais que, nas entrevistas de emprego conseguem demonstrar algumas destas aptidões acabam se diferenciando dos concorrentes.</p>
<p>A pesquisa também apontou os cursos de graduação mais valorizados. Os mais votados foram Administração de Empresas (29,8%), Engenharia de Minas, Mecânica, Civil, Elétrica, Metalúrgica e Eletro-Eletrônica (juntas, somam 26,3%), Economia (7%), Ciências Contábeis (5,3%), Medicina, Marketing, Ciências da Computação e Análise de Sistemas (3,5% cada).</p>
<p>Entre os cursos de pós-graduação e <font color="#ffffff">MBA</font>, os mais valorizados são Marketing (20%), Gestão Empresarial e Gestão de Projetos (ambos com 11,4%), Finanças e Administração (ambos com 8,6%) e Logística (5,7%). &#8220;Marketing é uma área muito forte em qualquer empresa. Já Gestão Empresarial e de Projetos são áreas bem genéricas. Qualquer profissional pode se interessar por esses cursos, que ajudam a ter uma visão mais ampla, tornam o executivo mais generalista e capaz de visualizar a companhia como um todo. Isso tem tudo a ver com a visão atual das empresas&#8221;, finaliza Sonia. (Gazeta Mercantil)</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.investnews.com.br/">InvestNews</a></p>
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